Assistência técnica psicológica

Assistência técnica psicológica

Especialista em avaliação psicológica

Psicóloga jurídica e clínica
CRP 07/35003

Psicóloga jurídica CRP 07/350003 com atuação desde atuando com violência doméstica e demais áreas forense, possui formação em psicanálise freudiana e lacaniana e posteriormente está cursando especialização em terapias contextuais e neuropsicologia dos trantonos mentais e capacitação em terapias cognitivas comportamentais, cursando atualmente especialização em psicologia jurídica e é especialista em avaliação psicológica.

Experiência na psicologia jurídica

Para atuar com excelência na interface entre a Psicologia e o Direito, é fundamental compreender os instrumentos técnicos que materializam o saber psicológico dentro de um processo judicial. Abaixo, explico os conceitos solicitados sob a ótica da ciência psicológica forense:


Os quesitos são perguntas técnicas formuladas pelas partes (através de seus advogados e assistentes técnicos) para serem respondidas pelo perito judicial durante a avaliação.
Estratégia e Ciência: A elaboração de quesitos pela assistência técnica é um momento crucial. O psicólogo utiliza seu conhecimento sobre personalidade, saúde mental e desenvolvimento humano para formular perguntas que “obriguem” o perito a olhar para aspectos que poderiam passar despercebidos.
Exemplo Prático: Em vez de perguntas genéricas, o assistente formula quesitos que buscam investigar o nexo causal de um dano psíquico ou a presença de indicadores de alienação parental, utilizando terminologia técnica que direcione a perícia para o que é cientificamente relevante no caso.






Produção de Quesitos

Diferente do laudo (produzido pelo perito do juiz), o parecer é o documento emitido pelo assistente técnico. Sua função principal é realizar uma análise crítica e fundamentada sobre o trabalho pericial realizado ou sobre questões específicas do processo.
Olhar Científico: O parecer não é uma peça de “defesa” cega do cliente, mas uma análise técnica que verifica se os métodos utilizados na perícia (testes, entrevistas, protocolos) seguem o rigor científico e ético da Psicologia.
Finalidade: Ele serve para apresentar concordâncias ou divergências técnicas em relação às conclusões do perito, auxiliando o juiz a compreender se a prova técnica produzida é robusta ou se possui falhas metodológicas.





Parecer psicológico






Leitura do processo de forma técnica

Esta é a base de todo o trabalho da assistência técnica. Trata-se de “traduzir” o que está nos autos do processo (comportamentos, falas, conflitos) sob a luz das teorias psicológicas.
Além do Direito: Enquanto o Direito foca na norma e na lei, a ciência psicológica foca na subjetividade e na dinâmica do psiquismo.
Identificação de Fenômenos: Esse olhar permite identificar fenômenos como:
Simulação e Dissimulação: Perceber quando uma parte está exagerando ou omitindo sintomas para obter ganhos no processo.
Funções Mentais e Cognitivas: Avaliar se a pessoa possui capacidade de discernimento e autodeterminação, algo que a simples leitura fria de um depoimento não revela.
Dinâmicas Familiares: Compreender que o comportamento de uma criança pode ser um reflexo de uma alienação parental ou de um vínculo socioafetivo fragilizado, e não apenas o que ela “diz” textualmente.